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Mosteiro de Alcobaça

D. Afonso Henriques primeiro rei de Portugal doou muitas terras na região de Alcobaça a S. Bernardo, em cumprimento da promessa feita, em 1147, quando da conquista de Santarém.

A carta de doação foi assinada por D. Afonso Henriques no ano seguinte, 1153.

A sua construção é iniciada em 1178, pelos monges de Cister.

Os primeiros monges de Alcobaça, monges brancos, tiveram uma ação civilizadora notável: em 1269 abrem a primeira escola pública.

Também desempenharam ações de assistência e beneficência através da botica, a farmácia, e da esmola da portaria.

Entre 1178 e 1240, a igreja e o primeiro claustro foram construídos no estilo pré-gótico, da passagem do românico, tendo a Igreja sido inaugurada em 1252 - é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português.

Os túmulos pertencem a uma das maiores esculturas tumulares da Idade Média. Quando subiu ao trono, D. Pedro I tinha dado ordem de construção destes túmulos para que lá fosse enterrado o seu grande amor, D. Inês de Castro, que tinha sido cruelmente assassinada pelo pai de D. Pedro I, D. Afonso IV (1291-1357).

Quando em 1361 os sarcófagos estavam prontos, D. Pedro I mandou colocá-los na parte sul do transepto da igreja de Alcobaça e trasladar os restos mortais de D. Inês de Castro, de Coimbra para Alcobaça, sob o olhar da maior parte da nobreza e da população. No seu testamento, D. Pedro I determinou ser enterrado no outro sarcófago, de forma a que, quando o casal ressuscitasse, no dia do Juízo Final, se avistassem de imediato.

No dia 1 de Agosto de 1569, o rei D. Sebastião I (1554-1578), cujo tio era o cardeal D. Henrique, abade de Alcobaça, mandou abrir os túmulos. De acordo com os relatos de dois monges presentes, enquanto os túmulos eram abertos, o rei recitava textos alusivos ao amor de D. Pedro e de D. Inês de Castro.

Agora, os túmulos são o destino de muitos apaixonados, que muitas vezes os visitam no dia do seu casamento, para fazerem juras de amor eterno e de fidelidade.

 

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O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, também conhecido como Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça ou mais simplesmente como Mosteiro de Alcobaça, é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português.

D. Pedro e Inês de Castro

Os túmulos de D. Pedro I (1320-1367), com o cognome O Cruel ou também O Justo, e o de D. Inês de Castro (1320-1355), que se encontram em cada lado do transepto, ainda hoje atribuem um grande significado e esplendor à igreja.

Há muito mais para ver. Venha conhecer.

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Está classificado como Património da Humanidade pela UNESCO.

A Igreja é constituída por uma nave central, duas naves laterais, e um transepto, criando a imagem de uma cruz - planta de cruz latina.  

Esta Igreja é uma das maiores abadias cistercienses.