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Convento de Cristo

O Castelo de Tomar e o Convento de Cristo é um monumento na cidade de Tomar, classificado pela UNESCO como Património Mundial. Foi fundado em 1160 pelo Grão-Mestre da Ordem dos Templários, Dom Gualdim Pais, e ainda conserva memórias desses monges cavaleiros e dos seus herdeiros, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, conhecida como Cavaleiros Templários, ou simplesmente como Templários, foi uma ordem militar de Cavalaria.  A organização existiu durante cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados publicamente. Em 1312, o Papa Clemente determina a dissolução da Ordem. O seu súbito desaparecimento deu origem a especulações e lendas, que mantêm o nome dos Templários vivo até aos dias de hoje.

Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local onde originalmente se estabeleceram (o Monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa), do voto de pobreza e da fé em Cristo denominaram-se "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".

Nos séculos XII e XIII, a Ordem dos Templários ajudou os portugueses nas batalhas contra os muçulmanos, recebendo como recompensa extensos domínios e poder político. Os castelos, igrejas e povoados prosperaram sob a sua proteção. Com a dissolução da Ordem dos Templários (por ordem do Papa Clemente), o rei D. Dinis tentou e conseguiu transferir para a Ordem de Cristo as propriedades e privilégios dos Templários.

A Ordem de Cristo foi assim criada em Portugal como Ordo Militiae Jesu Christo, pela bula Ad ae exquibus de 15 de março de 1319, pelo papa João XXII, pouco depois da extinção da Ordem do Templo.

Tratava-se de refundar a Ordem do Templo que a anterior bula papal de

O emblema da ordem, a Cruz da Ordem de Cristo, adornava as velas das caravelas

 

 

Os claustros são originalmente góticos. Já a nave manuelina de espaço unificado está coberta com abóbada rebaixada.

As janelas e frisos têm corpo manuelino com decoração vegetalista.

O núcleo do mosteiro é a Charola do século XII, o Oratório dos Templários.

Tal como em muitos dos seus templos, baseia-se na Rotunda do Santo Sepulcro de Jerusalém.

A Charola, poligonal, é o centro do conjunto de edificações, culminando-as visualmente. A norte e a este estão a Sacristia, os claustros do Cemitério e da Lavagem, as ruínas dos Paços, as Enfermarias e ainda a Sala dos Cavaleiros e a Botica.

 

Em 1356, Tomar passou a ser a sede da Ordem de Cristo em Portugal, e a decoração da Charola reflete a riqueza da Ordem. As pinturas e frescos (quase só cenas bíblicas do século XVI) e a estatuária dourada sob a cúpula bizantina, foram cuidadosamente restauradas. Quando foi construída a igreja manuelina, esta ficou ligada à Charola por uma arcada.

 

A oeste, a igreja, os claustros e as dependências conventuais. A norte pontifica a Portaria Real, entre o corpo das Enfermarias e Hospedaria. A fachada sul está realçada pela arcaria do Aqueduto dos Pegões, apoiada numa plataforma rústica, que corresponde ao corpo do Claustro dos Corvos, Dormitórios e Claustro de D. João III.

 

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Clemente V havia condenado à extinção.

O cargo de mestre passará, após 1417, a ser exercido por membros da Casa Real, tendo o primeiro sido o infante D. Henrique. Este investiu os rendimentos da Ordem na exploração marítima.

portuguesas, que exploraram os mares desconhecidos.

O resultado disso é que em 1454 e 1456, através de bulas do Papa Nicolau V e do Papa Calisto III

O Conjunto Monumental:

O conjunto monumental divide-se em três espaços distintos:

O castelo templário, cujas muralhas circundam o Convento de Cristo.

A casa templária, parcialmente adaptada a convento pelo Infante, com dois claustros góticos e a zona da casa do Mestre adaptada a paço senhorial (Alcáçova e espaços contíguos).

O Convento do Renascimento, de clausura, com claustros, dormitórios, refeitório, cozinha, scriptorium, outros espaços funcionais da vida monástica e uma área rural, a Cerca dos Sete Montes.

respetivamente, é concedido ou dada obrigação à Ordem de Cristo de estabelecer o direito espiritual sobre todas as terras descobertas, como territórios nullius diocesis, sendo sua sede diocesana a Igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar.

Faremos uma visita ao Convento de Cristo e Castelo de Tomar. Venha connosco visitar este magnífico monumento a 50 minutos de Coimbra. Com transporte exclusivo e guia privativo, em português, espanhol e inglês.

(Duração estimada do Tour: 3 horas)

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